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Fundamentalismo religioso ocupa a pauta da Alerj (Assembleia Legislativa do RJ)

O deputado Édino Fonseca, na Alerj - Foto: Carlos Ivan / Agência O Globo
O deputado Édino Fonseca, na Alerj – Carlos Ivan / Agência O Globo

RIO – Conceitos pregados em Igrejas também estão na pauta da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Para agradar a sua base eleitoral, deputados da bancada religiosa têm apresentado projetos de lei com tons moralistas mesmo que, na prática, os textos sejam inócuos ou pareçam esdrúxulos.

É o caso de dois projetos publicados esta semana no Diário Oficial, apresentados pelos deputados Márcio Pacheco e Édino Fonseca, ambos do PSC.

A proposta do primeiro, muito criticada entre a classe médica, proíbe no estado a venda de medicamentos cujo princípio ativo seja o misoprostol, usado como indutor de partos naturais e para tratar abortos espontâneos.

Já a ideia do segundo parlamentar é garantir acesso à saúde pública a quem for portador de “patologias” como transsexualismo, travestismo, transtornos de preferência sexual, entre outros. Segundo a justificativa que acompanha o projeto, “o Estado não pode se omitir quanto ao tratamento dessas pessoas que vivem conflitos internos e externos violentos.”

O deputado que assina o projeto, e também é pastor evangélico, diz que quer dar contribuição para ajudar os gays a “tratarem sua doença”:

— O Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar o homossexualismo um desvio sexual. Mas a Organização Mundial de Saúde, através da classificação internacional de doenças, define estes comportamentos como patológicos [nossa, alguém, please, atualize o Deputado… ele deve estar, no mínimo, uns 30 anos atrasado]. Nós, nas igrejas, oferecemos conforto espiritual a estes indivíduos. O que queremos é que o Estado garanta um tratamento clínico a estes indivíduos.

Para quem não lembra, Édino ganhou os holofotes em 2004 ao apresentar um projeto de lei que previa a criação de um programa, financiado com recursos públicos, de auxílio às pessoas que quisessem deixar de ser homossexuais. Ele, que não se considera homofóbico, diz que a proposta atual é uma evolução do que foi apresentado naquela época e arquivado um ano depois.

— Fui mal interpretado. Quero ajudar estas pessoas. Elas precisam de ajuda e o Estado se nega a ajudar. Penso: ‘isso não pode ser normal’. Por isso, vejo nas passeatas gays um desfile de pessoas doentes, precisando de ajuda enquanto a sociedade diz que está tudo normal.

Apesar das ideias conservadoras do deputado, o projeto já agradou a comunidade GLBT. Superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, o ativista Claudio Nascimento diz que o projeto vai ao encontro do que os transsexuais vêm pleiteando há anos.

— É nítido que ele quer ‘patologizar’ transsexuais e travestis para agradar seus eleitores. Mas o tiro vai sair pela culatra. Há anos, buscamos a aprovação de uma lei que garanta a continuidade de programas de atendimento psicológico a transsexuais. Não para que eles desistam da opção sexual, mas para tratar de conflitos reais. A lei pode se tornar um marco para a comunidade. Aliás, se o projeto for aprovado, ele será o primeiro deputado fundamentalista que terá o apoio unânime da comunidade gay. Vamos encher as galerias com transsexuais e ativistas com buquês de flores para o deputado.

 

‘Projeto estapafúrdio’

Já o projeto de Márcio Pacheco, que proíbe a venda do misoprostol, princípio ativo de medicamentos como o Cytotec, peca, segundo especialistas, por não ter nenhum efeito no que se propõe. O parlamentar, que já apresentou uma série de projetos contra o aborto, diz que a lei evitará a venda clandestina do medicamento para jovens grávidas. No entanto, o presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio, Marcelo Burla, explica que o medicamento é de uso hospitalar e que, por ordem da Anvisa, não é vendido em farmácias.

— O projeto é completamente estapafúrdio. Este é um medicamento essencial para a indução de partos naturais e para o tratamento de abortos, espontâneos ou provocados. Há venda clandestina, mas não será este tipo de lei que irá coibi-la. E, pior, ainda pode dificultar a venda do medicamento para hospitais no Rio — diz o médico.

Fonte: O Globo

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2 Histórias sobre “Cura Gay”: Pastor e Terapeuta que diziam curar gays são condenados por abuso sexual

A 1a História: 

Terapeuta que dizia curar gays é condenado por abusar sexualmente de homens (06/02/13)

Terapeuta que dizia curar gays é condenado por abusar sexualmente de homens

O médico-terapeuta Aubrey Levin, de 74 anos, que se dizia capaz de “curar” gays, foi condenado a cinco anos de prisão por ter molestado três homens no Canadá.

A decisão foi dada na semana passada pela juíza Donna Shelley, da Corte Superior do Canadá.

“Os pacientes vieram lhe pedir ajuda aos seus problemas. Em vez disso, você acrescentou mais problemas”, disse a juíza na sentença.

Ao todo, Levin recebeu nove acusações de homens por assédio sexual. Os crimes teriam acontecido entre 1999 e 2010. O júri o absolveu de duas e não conseguiu chegar a um veredicto sobre as outras quatro vítimas.

“Dr. Levin, sabendo das muitas vulnerabilidades dessas vítimas, empregou uma estratégia que lhe daria a oportunidade de abusar sexualmente de seus pacientes”, completou a juíza.

O terapeuta perdeu a sua licença em 2010, quando um ex-paciente levou imagens gravadas secretamente à Justiça. No vídeo, Levin abre as calças do paciente e começa a acariciar o seu órgão genital. O paciente disse que havia procurado as autoridades para relatar o caso, mas que ninguém acreditou na sua história, por isso, resolveu usar a câmera escondida.

fonte: A CAPA

A 2a História:

Pastor que fazia terapia para ‘cura gay’ é preso acusado de abusar sexualmente de dois homens (09/11/12)

Um pastor de Minnessota (EUA) foi preso e acusado de abusar sexualmente de dois homens durante sessões de ‘aconselhamento para se libertar de tendências homossexuais’.

O reverendo Ryan J. Muehlhauser, pastor de uma igreja em Cambrigde, Minnesota, responde a oito acusações criminais por abuso sexual de rapazes que passavam pela ‘terapia’ indicada pelo pastor. Ele pode pegar até dez anos de prisão por cada um dos crimes e pagar milhares de dólares em multas.

Muehlhauser foi preso em 4 de novembro, mas foi formalmente acusado dos crimes de abuso sexual nesta terça-feira (6) no tribunal do condado de Isanti, em Cambrigde, Minessota, segundo o jornal “Daily Mail”.

Nas sessões, o pastor da igreja cristã de Lakeside pedia para os rapazes se despirem e se masturbarem na sua frente. Em alguns casos, o pastor segurava o genital de seus clientes, dizendo que o contato era uma forma de ‘benção’.

Os abusos teriam ocorrido em datas diferentes, em um deles entre outubro de 2010 a outubro de 2012, e no outro cliente entre março e novembro deste ano.

Uma das vítimas disse a polícia que continuou as sessões mesmo depois do abuso porque acreditava se tratar de um aconselhamento espiritual.

Muehlhauser trabalhava como conselheiro em uma organização que há 30 anos  ‘aconselha homens e mulheres a fazer decisões para romper com a vida homossexual’. A igreja a qual era ligado, no entanto, divulgou nota contraria à prática.

“Como uma igreja, nós estamos profundamente tristes pela notícia de que comportamentos certamente inapropriados foram realizados durante sessões de aconselhamento por um dos nossos pastores, Ryan Muehlhauser”.

Muehlhauser atuou como pastor na igreja de Minnesota por 22 anos. Ele é casado e tem dois filhos.

fonte: UOL

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Otis Moss, III Challenges Fellow Black Clergy On Marriage Equality For Gays And Lesbians

See video: http://youtu.be/k7Ktjqf9Vi4

The Rev. Dr. Otis Moss, III is the Pastor of Trinity United Church of Christ in Chicago, Illinois. During an address to his church on May 13th, Pastor Moss read a letter he had sent to a fellow clergyman who took issue with the President’s recent support of Gay marriage.

Find the transcript below:

My Brother:

Tell your brethren who are part of your ministerial coalition to “live their faith and not legislate their faith” for the Constitution is designed to protect the rights of all. We must learn to be more than a one-issue community and seek the beloved community where we may not all agree, but we all recognize the fingerprint of the Divine upon all of humanity.

There is no doubt people who are same-gender-loving who occupy prominent places in the body of Christ. For the clergy to hide from true dialogue with quick dismissive claims devised from poor biblical scholarship is as sinful as unthoughtful acceptance of a theological position. When we make biblical claims without sound interpretation we run the risk of adopting a doctrinal position of deep conviction but devoid of love. Deep faith may resonate in our position, but it is the ethic of love that forces us to prayerfully reexamine our position.

The question I believe we should pose to our congregations is, “Should all Americans have the same civil rights?” This is a radically different question than the one you raised with the ministers, “Does the church have the right to perform or not perform certain religious rites.” There is difference between rights and rites. We should never misconstrue rights designed to protect diverse individuals in a pluralistic society versus religious rites designed by faith communities to communicate a theological or doctrinal perspective. These two questions are answered in two fundamentally different arenas. One is answered in the arena of civic debate where the Constitution is the document of authority. The other is answered in the realm of ecclesiastical councils where theology, conscience and biblical mandates are the guiding ethos. I do not believe ecclesiastical councils are equipped to shape civic legislation nor are civic representatives equipped to shape religious rituals and doctrine.

The institution of marriage is not under attack as a result of the President’s words. Marriage was under attack years ago by men who viewed women as property and children as trophies of sexual prowess. Marriage is under attack by low wages, high incarceration, unfair tax policy, unemployment, and lack of education. Marriage is under attack by clergy who proclaim monogamy yet think nothing of stepping outside the bonds of marriage to have multiple affairs with “preaching groupies.” Same-gender couples did not cause the high divorce rate, but our adolescent views of relationships and our inability as a community to come to grips with the ethic of love and commitment did. We still confuse sex with love and romance with commitment.

My father, who is a veteran of the civil rights movement and retired pastor, eloquently stated the critical nature of this election when speaking to ministers this past week who claim they will pull support from the President as a result of his position. He stated, “Our Ancestors prayed for 389 years to place a person of color in the White House. They led over 200 slave revolts, fought in 11 wars, one being a civil war where over 600,000 people died. Our mothers fought and were killed for women’s suffrage, our grandparents were lynched for the civil rights bill of 1964 and the voting rights act of 1965…my father never had the opportunity to vote and I believe it is my sacred duty to pull the lever for every member of my family who was denied the right to vote. I will not allow narrow-minded ministers or regressive politicians the satisfaction of keeping me from my sacred right to vote to shape the future for my grandchildren.”

“The institution of marriage is not under attack as a result of the President’s words.”

Gay and lesbian citizens did not cause the economic crash, foreclosures, and attack upon health care. Poor underfunded schools were not created because people desire equal protection under the law. We have much work to do as a community, and to claim the President of the United States must hold your theological position is absurd. He is President of the United States of America not the President of the Baptist convention or Bishop of the Sanctified or Holiness Church. He is called to protect the rights of Jew and Gentile, male and female, young and old, Gay and straight, black and white, Atheist and Agnostic. It should be noted the President offered no legislation, or executive order, or present an argument before the Supreme Court. He simply stated his personal conviction.

If we dare steal away from the noise of this debate, we will realize as a church we are called to “Do justice, live mercy and walk humbly with God.” Gay people have never been the enemy; and when we use rhetoric to suggest they are the source of our problems we lie on God and cause tears to flow from the eyes of Christ.

I am not asking you to change your position, but I am stating we must stay in dialogue and not allow our own personal emotional prejudices or doctrines to prevent us from seeing the possibilities of a beloved community.

November is fast approaching, and the spirits of Ella Baker, Septima Clarke, Fannie Lou Hammer, Rosa Parks, A. Phillip Randolph, James Orange, Medgar Evers and Martin Luther, King Jr. stand in the balcony of heaven raising the question, “Will you do justice, live mercy and walk humbly with our God?” Emmitt Till and the four little girls who were assassinated in Alabama during worship did not die for a Sunday sermonic sound bite to show disdain for one group of God’s people. They were killed by an evil act enacted by men who believed in doctrine over love. We serve in ministry this day because of a man who believed in love over doctrine and died on a hill called Calvary in a dusty Palestinian community 2,000 years ago. Do not let the rhetoric of this debate keep you from the polls, my friend.

Asking you to imagine a beloved community, your brother and friend,

Otis Moss, III
Senior Pastor
Trinity UCC

viaOtis Moss, III Challenges Fellow Black Clergy On Marriage Equality For Gays And Lesbians.

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Resposta ao pastor Silas Malafaia | Carta Capital

Bandeira LGBT no Congresso Nacional do Brasil

Imagine o pastor Silas Malafaia acusando alguém de ser preconceituoso. Soa tão irreal quanto o senador Demóstenes Torres reclamar da corrupção no País. Mas, convenhamos, o Brasil é uma terra peculiar e os dois casos acontecem, e muito. Malafaia parou por alguns minutos a sua contínua pregação contra homossexuais (uma de suas principais estratégias para arrebanhar fiéis, frisa-se) para enviar um e-mail à redação. Os endereçados eram a repórter Beatriz Mendes, do site de CartaCapital, e os editores da revista.

O All Out, site que divulga abaixo-assinados do mundo todo, divulgou a causa de Sérgio Viúla e definiu Malafaia como ‘extremista anti-gay’

O motivo: a repórter assina matéria em que relata a pressão dos movimentos LGBT  sobre a Avon, empresa de cosméticos que disponibiliza catálogos de livros aos clientes – entre estes, obras de Malafaia, o homem em plena cruzada para eliminar a homossexualidade da humanidade.

O pastor chama Beatriz de “preconceituosa”, “ridícula” e “tola”, somatizando na repórter questões profundas que ele precisaria discutir com seu próprio terapeuta.  De quebra, sugere que ela seja gay, o que faz dele, além de tudo, um futriqueiro.

Diz Malafaia: “A jornalista é tão preconceituosa e ridícula nos seus comentários que ela diz: ‘Em 2006, foi ele [Silas Malafaia] o responsável por uma manifestação diante do Congresso Nacional  contra a lei criminalizadora da homofobia. Na ocasião o pastor afirmou que relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo são a porta de entrada para a pedofilia’. Que absurdo a deturpação dessa preconceituosa jornalista que escamoteia a verdade! O que eu disse foi: ‘O PLC 122 é a porta de entrada para a pedofilia, pois no seu preâmbulo está escrito a livre expressão sexual’.

Nada contra, mas…

Como pode-se perceber, o pastor reclama que a repórter interpretou corretamente a visão de Malafaia sobre a PLC 122, justamente a que criminaliza a homofobia. Nesse caso, a livre associação de uma relação entre homossexuais e pedófilos seria tão errado quanto dizer que todo pastor neopentecostal é um canalha que só pensa em tirar dinheiro dos fiéis. Há pastores bons e há pastores corruptos,  assim como há pedófilos heterossexuais e homossexuais. Falta conhecer melhor o assunto sobre o qual tanto se manifesta e tanto odeia.

Prossegue o pastor:

“A segunda mentira, deslavada e preconceituosa, prova que a jornalista não lê noticiários e outros jornais, o que faz dela uma tola. Ela escreveu que eu havia falado em meu programa: ‘Deveriam descer o porrete nesses homossexuais’. Sua atitude foi pior do que a da Polícia Federal durante a ditadura, que isolava palavras para incriminar os desafetos”. E conclui contando ter sido absolvido no processo, o que é verdade.

O vídeo editado a que Malafaia se refere é este aqui. Resolvemos, então, ir atrás do contexto total do vídeo. Malafaia diz que a igreja católica “deveria descer o porrete nesses homossexuais”. Ele alega que usou o termo no sentido figurado. Pode até ser verdade, mas isso não tira a agressividade do termo nem o ódio desferido aos gays.

O restante desse vídeo, como o leitor pode ver, mostra um pastor absolutamente comprometido com a intolerância sobre quem gosta de pessoas do mesmo sexo em uma tevê. Por volta do minuto 5:50, chama os homossexuais de doentes:

“Aí eu pergunto pra você (hãhãhã): quem são verdadeiros os doentes? É isso que eu não me calo. Os caras querem com essa pseudolei de homofobia (que a homofobia já tem lei, pra quem bate e mata homossexual vai pra cadeia), eles querem uma lei do privilégio pra falarem o que quiserem e ninguém diz nada. E sabe por que ninguém diz nada? Eu vou soltar o verbo aqui: porque lá dentro das editorias estão cheios de gays! É isso aqui! E eles manipulam a informação! Tá lotado de gays  nas editorias de tevês e jornais”.

Bem, até onde se sabe felizmente ninguém apanha nas ruas pelo simples fato de ser e parecer evangélico. Infelizmente essas coisas acontecem com gays e lésbicas.

Saiba também o pastor que uma das mais interessantes qualidades do jornalismo como profissão é justamente a tolerância com homossexuais. As redações estão repletas deles por um motivo muito simples: se o jornalista homem vai para a cama com outro homem, seja este um engenheiro ou um pastor evangélico, isso só diz respeito a ele mesmo e a seu parceiro.

Preferência sexual não é um pré-requisito dessa profissão nem de nenhuma outra. É bom que seja assim.

Neste mesmo programa, Malafaia achincalha pastores que não se posicionam contra a existência de homossexuais (a partir do 10º minuto). E, para tal, cita um trecho da Bíblia, desconsiderando totalmente o fato de que só os beócios interpretam o livro sagrado ao pé da letra:

“Como tem gente medíocre no nosso meio… alguns pastores vão pro púlpito: ‘pastor não é pra se meter nisso’(…) Queridô, (…) para com essa falsa espiritualidade. É isso que o diabo e os ímpios querem: que a gente fique calado. Mas eu vou mostrar uma coisa na Bíblia pra vocês até pra alguns do nosso meio. Olha a sua covardia: ‘Acho que não deveríamos falar nada contra o homossexualismo, nós temos que amá-los”’, e cita um trecho bíblico.

E para encerrar em grande estilo, o pastor Silas Malafaia termina o programa elogiando o blogueiro da revista da Veja, Reinaldo Azevedo. Embora considere que ambos se mereçam,  CartaCapital se recusa a tecer comentários. Ao hospício o que é do hospício.

Resposta ao pastor Silas Malafaia | Carta Capital.

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