Arquivo do mês: julho 2013

Bispo Desmond Tutu: prefiro o inferno a um céu homofóbico

Desmond Tutu 2007 at the Deutscher Evangelisch...

 

Desmond Tutu denounced religions that discriminate against LGTB-identified people by making some very strong statements during the United Nations’ launch of its gay-rights program in Cape Town this Friday, reports AFP.

 

 

He leaves no doubt about his opinions regarding LGTB rights, declaring:

 

 

I would not worship a God who is homophobic and that is how deeply I feel about this.

 

 

He added:

 

 

I would refuse to go to a homophobic heaven. No, I would say sorry, I mean I would much rather go to the other place.

 

 

South Africa’s iconic archbishop is clearly still fighting for equality despite his retirement, as he went on to relate the gay rights issue to his country’s tumultuous history, saying:

 

 

I am as passionate about this campaign as I ever was about apartheid. For me, it is at the same level.

 

 

Abaixo, as reportagens:

 

1. “Desmond Tutu: I’d pick hell over an anti-gay heaven” (The Washington Times)

 

South Africa’s iconic retired archbishop, Desmond Tutu, said on Friday that if he had his pick, he’d go to hell before heading to a heaven that condemned homosexuality as sin.

 

“I would not worship a God who is homophobic and that is how deeply I feel about this,” he said, by way of denouncing religions that discriminate against gays, in Agence France-Presse..

 

He added, AFP reported: “I would refuse to go to a homophobic heaven. No, I would say sorry, I mean I would much rather go to the other place.”

 

He made the remarks during the United Nations‘ launch of its gay-rights campaign in Cape Town.

 

Mr. Tutu also likened equal rights for gays to the fight for equal rights for blacks.

 

“I am as passionate about this campaign as I ever was about apartheid,” he said, AFP reported. “For me, it is at the same level.”

 

 

 

Fonte: Washington Times

 

2. Desmond Tutu Says He’d Pick Hell Over A Homophobic Heaven (Queerty)

 

“I would not worship a God who is homophobic and that is how deeply I feel about this. I would refuse to go to a homophobic heaven. No, I would say sorry, I mean I would much rather go to the other place.”

 

– South African Bishop and Nobel Peace Prize Winner Desmond Tutu, on where he would prefer to spend eternity, as reported by Washington Times. (Given the type of folks who would likely populate a homophobic heaven, he would be making the right choice.)

 

Fonte: Queerty 

 

Ver também: https://alexprocesso.wordpress.com/2012/05/19/afrol-news-desmond-tutu-homophobia-equals-apartheid/

 

 

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PM de SP indicia 14 policiais por tortura e violência sexual em Pinheirinho

[CADÊ A TEORIA DO “DOMÍNIO DO FATO” QUANDO SE PRECISA DELA? CADÊ A RESPONSABILIZAÇÃO DO GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, COMO CHEFE QUE É DA POLÍCIA?????]

Segundo a Polícia Militar, crimes ocorreram em ações paralelas à desocupação de famílias em comunidade de São José dos Campos

Daniel Mello / ABr

pinheirinhoCaminhões levam mudança de ocupantes do Pinheirinho

 

 A Corregedoria da Polícia Militar indiciou 14 policiais militares acusados de agressão, tortura e violência sexual contra moradores de São José de Campos, interior do estado de São Paulo. Os crimes foram cometidos em janeiro do ano passado, quando os policiais foram chamados para reforçar o patrulhamento na cidade durante a desocupação de milhares de famílias que viviam em uma área na cidade conhecida como Pinheirinho. Segundo a Polícia Militar, os crimes ocorreram em ações paralelas à desocupação.

Entre os indiciados está um policial do Comando de Operações da Polícia Militar (Copom) de São José dos Campos, acusado de prevaricação (quando um funcionário público deixa de cumprir a função). Ele atendeu a um chamado, pelo telefone 190, de uma das vítimas e não deu a devida atenção ao caso. Dois policiais, entre eles um tenente e um sargento, foram indiciados por violência sexual.

O inquérito foi aberto pela Corregedoria da Polícia Militar em janeiro. Desde então, os policiais suspeitos pelo crime foram afastados de suas funções. O inquérito foi entregue na quarta-feira 24 à Justiça Militar, mas também pode caminhar na Justiça Civil, dependendo da conduta e dos crimes.

Caso sejam considerados culpados, os policiais envolvidos poderão ser expulsos da corporação. Já o tenente pode perder a patente e ser demitido. Não foi pedida prisão preventiva dos envolvidos, segundo a PM, por eles não atrapalharem as investigações em curso.

Anistia Internacional. Em janeiro, um ano depois do despejo de 5.534 mil pessoas da comunidade de Pinheirinho, a organização de direitos humanos Anistia Internacional definiu como “inadmissível” a postura do poder público em São José dos Campos. A ONG criticou, em nota, a incapacidade do poder público em encontrar uma solução “adequada e permanente” para as famílias removidas do local.

Em 22 de janeiro de 2011, a Polícia Militar e a Guarda Civil despejaram os moradores que ocupavam a área de quase 1,3 milhão de metros quadrados desde 2004. O terreno pertence à Selecta, holding de 27 companhias do megainvestidor Naji Nahas.

À época, um relatório do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) identificou mais de 1.800 denúncias de violações de direitos humanos por parte da PM e Guarda Civil. As mais citadas (13,6% do total de denúncias e citada por 41% dos entrevistados) se referiram a ameaças e humilhações. Das 634 pessoas que responderam ao questionário, 166 (26,2%) relataram ter sofrido algum tipo de agressão física e 205 afirmaram que suas casas foram demolidas sem tempo para a retirada de seus bens. Além disso, 80 pessoas disseram ter ficado sem emprego ou fonte de renda por conta do episódio. Ao menos 71 casas foram saqueadas e 67 moradores foram ameaçadas por pessoas armadas.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: Carta Capital

Sobre isso, ver também: https://alexprocesso.wordpress.com/?s=pinheirinho

 

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TJMG proíbe Governo de Minas e Prefeitura de BH de Violentarem Moradores de Rua

Justiça proíbe prefeitura de BH de recolher pertences de moradores de rua

Decisão é baseada em denúncia de que fiscais e PMs confiscam cobertores, remédios

Map locator of Brazil's Minas Gerais state

e até documentos para reduzir chances de sobrevivência das pessoas

12 de julho de 2013 | 18h 02
Marcelo Portela – O Estado de S. Paulo

 

 

 

BELO HORIZONTE – O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) proibiu a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) e o governo de Minas Gerais de recolherem pertences de moradores de rua na capital. A decisão diz respeito a denúncia de que fiscais do município, com apoio de policiais militares, estavam recolhendo cobertores, remédios, roupas, alimentos e até documentos pessoais, “diminuindo assim as possibilidades de sobrevivência” dessas pessoas. Segundo a desembargadora Teresa Cristina da Cunha Peixoto, da 8ª Vara Cível do TJMG, a apreensão dos objetos, principalmente documentos de identificação, “torna-se prática compatível com o extermínio desse segmento populacional”.

Veja também:
link Moradores de Santa Cecília se mobilizam contra centro para população de rua

A magistrada observou que há provas no processo de que “os agentes do Estado e do município afrontaram preceitos éticos em suas condutas de fiscalização, incorrendo em imoralidade” ao retirar os pertences dos moradores de rua – com exceção de objetos ilícitos. A desembargadora salientou que uma parcela dessa população “geralmente influenciada pelas drogas, vive a par da legalidade, praticando delitos e causando insegurança”, o que “deve ser repelido”.

Mas, para Teresa Cristina, “penalizar as pessoas em situação de rua com a retirada de pertences que lhe permitem um mínimo de dignidade, afronta a razoabilidade e outros princípios que norteiam a administração pública”. Ela ainda citou parecer do Ministério Público Estadual (MPE), segundo o qual “esse grupo populacional já vem sofrendo toda sorte de lesões, na medida em que os agentes municipais, com o resguardo da Polícia Militar, têm procedido à apreensão, recolhimento e destruição de objetos pessoais de suma importância para essas pessoas”.

O voto de Teresa Cristina foi seguido pelos desembargadores Bitencourt Marcondes e Alyrio Ramos e reverteu decisão do juiz Adriano de Mesquita Carneiro, da 5ª Vara da Fazenda Pública Estadual e Autarquias da capital, que negou liminar proibindo as apreensões. Por meio de sua assessoria, a PBH informou que ainda vai analisar o caso para decidir se recorre da decisão. A Secretaria Municipal de Políticas Sociais informou que o recolhimento de objetos de moradores de ruas ocorre apenas quando a pessoa ocupa o espaço impedindo seu uso pelos demais cidadãos, como a montagem de uma barraca, mas afirmou que a orientação é para que não seja recolhido nenhum objeto pessoal.

Apenas este ano, 18 moradores de rua foram assassinados na capital mineira. Segundo o Centro Nacional de Defesa de Direitos Humanos da População de Rua, cem dessas pessoas já foram mortas na cidade desde abril de 2011, quando foi iniciado o monitoramento deste tipo de crime. Os dois últimos assassinatos ocorreram no início de junho. Atualmente, cerca de 2 mil pessoas vivem nesta situação em Belo Horizonte.

Fonte: Estadão

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Senado dá Anistia “Post Mortem” a Marighella

marighella-editado

A Comissão de Anistia do Senado Federal concedeu nesta segunda-feira o Certificado de Anistiado Político post mortem à família do guerrilheiro e ex-deputado federal Carlos Marighella, apontado como um dos principais organizadores da luta armada contra o regime militar depois de 1964.

Conheça os desaparecidos da ditadura

O título de anistia post mortem, concedido pelo governo federal, foi oficializado no final de 2012, mas ainda não tinha sido entregue à família. O reconhecimento da responsabilidade do Estado pela morte de Marighella já tinha sido anunciado em 2011, ano do centenário de nascimento do político.

Emocionado, o filho do guerrilheiro, que tem o mesmo nome do pai, lembrou momentos difíceis. “Passei por diversos constrangimentos como o de ser expulso de escola por ser filho de Marighella, mas o mais terrível constrangimento é ter seu pai assassinado daquele modo. Meu pai era decente e o crime cometido com aqueles requintes é sempre chocante para um filho”, disse.

Para Carlos Marighella Filho, a luta encampada por seu pai vem sendo cada vez mais reconhecida pelas instituições e movimentos políticos do País.

“Passei minha vida esperando para que momentos como este fossem acontecendo. Sempre tive certeza de que era minha obrigação lutar para que a dignidade do meu pai fosse restabelecida e vejo sempre com gratidão as instituições, os movimentos e as personalidades de nossa vida política reconhecerem”, disse.

O guerrilheiro iniciou a militância aos 18 anos de idade, quando se filiou ao Partido Comunista Brasileiro, e chegou a ser considerado o inimigo “número um” da ditadura militar. O senador João Capiberibe (PSB-AP), presidente da subcomissão que convocou a sessão de homenagem, disse que a divulgação de fatos desse período da história “mostram para as gerações mais novas que nossa democracia custou lutas e vidas e aconteceu pela vontade do povo”.

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) lembrou a trajetória de Marighella marcada por prisões em períodos estratégicos da história do País. O guerrilheiro foi detido em 1936, durante o governo de Getúlio Vargas.

“Nesses dias em que a nossa juventude, e nosso povo em geral, parecem ter descoberto a força da ação coletiva nas ruas de nossas cidades, contestando a política institucional, os partidos e seus líderes, é extremamente oportuno lembrar um homem que acreditava na política como um instrumento indispensável para a transformação das sociedades, que acreditava na necessidade de partidos como instrumentos coletivos de ação política e que acreditava como poucos na Justiça e na liberdade. E que ofereceu sua própria vida como exemplo de integridade e amor ao povo”, disse a senadora.

No intervalo entre as prisões, Marighella foi eleito deputado federal, em 1945, mas só exerceu o cargo por um ano, quando seu mandato foi cassado, em 1947. Em 1968, o ex-político ainda fundou a Ação Libertadora Nacional (ALN), grupo armado de resistência à ditadura militar.

Durante o evento no Senado, também foi lançado o livro Rádio Libertadora, a palavra de Carlos Marighella, que relata as facetas do político, do guerrilheiro e do poeta brasileiro Marighella

Fonte: Terra

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Carta do Ex-Dirigente de ONG de cura gay pedindo desculpas pelo sofrimento que causou

I Am Sorry

JUNE 19, 2013 BY 

Alan ChambersThree years ago, Leslie and I began a very public conversation with Our America’s Lisa Ling, from the Oprah Winfrey Network (OWN) regarding some of our deeply held beliefs about Christianity and the LGBT community.  Today, we have decided to carry this public conversation even further. While this conversation has and may well continue to be met with many different responses from supporters and critics, it is our desire to keep having these honest discussions in the hopes of arriving to a place of peace.

Several months ago, this conversation led me to call Lisa Ling to take another step on this messy journey.  I asked if she would, once again, help us add to the unfolding story by covering my apology to the people who have been hurt by Exodus International.  Our ministry has been public and therefore any acknowledgement of wrong must also be public.  I haven’t always been the leader of Exodus, but I am now and someone must finally own and acknowledge the hurt of others. I do so anxiously, but willingly.

It is strange to be someone who has both been hurt by the church’s treatment of the LGBT community, and also to be someone who must apologize for being part of the very system of ignorance that perpetuated that hurt. Today it is as if I’ve just woken up to a greater sense of how painful it is to be a sinner in the hands of an angry church.

It is also strange to be an outcast from powerful portions of both the gay community and the Christian community.  Because I do not completely agree with the vocalmajorities in either group and am forging a new place of peaceful service in and through both, I will likely continue to be an outsider to some degree. I imagine it to be very much like a man I recently heard speak at a conference I attended, Father Elias Chacour, the Melkite Catholic Archbishop of IsraelHe is an Arab Christian, Palestinian by birth, and a citizen of Israel. Talk about a walking contradiction.  When I think of the tension of my situation I am comforted by the thought of him and his.

My desire is to completely align with Christ, his Good News for all and his offer of peace amidst the storms of life. My wife Leslie and my beliefs center around grace, the finished work of Christ on the cross and his offer of eternal relationship to any and all that believe. Our beliefs do not center on “sin” because “sin” isn’t at the center of our faith. Our journey hasn’t been about denying the power of Christ to do anything – obviously he is God and can do anything.

With that, here is an expanded version of the apology I offered during my recent interview with Lisa Ling to the people within the LGBTQ community who have been hurt by the Church, Exodus International, and me.  I realize some within the communities for which I apologize will say I don’t have the right, as one man, to do so on their behalf.  But if the Church is a body, with many members being connected to the whole, then I believe that what one of us does right we all do right, and what one of us does wrong we all do wrong. We have done wrong, and I stand with many others who now recognize the need to offer apologies and make things right.  I believe this apology – however imperfect – is what God the Father would have me do.

To Members of the LGBTQ Community:

In 1993 I caused a four-car pileup.  In a hurry to get to a friend’s house, I was driving when a bee started buzzing around the inside of my windshield. I hit the bee and it fell on the dashboard. A minute later it started buzzing again with a fury. Trying to swat it again I completely missed the fact that a city bus had stopped three cars in front of me.  I also missed that those three cars were stopping, as well.  Going 40 miles an hour I slammed into the car in front of me causing a chain reaction. I was injured and so were several others.  I never intended for the accident to happen. I would never have knowingly hurt anyone. But I did. And it was my fault. In my rush to get to my destination, fear of being stung by a silly bee, and selfish distraction, I injured others.

I have no idea if any of the people injured in that accident have suffered long term effects. While I did not mean to hurt them, I did. The fact that my heart wasn’t malicious did not lessen their pain or their suffering. I am very sorry that I chose to be distracted that fall afternoon, and that I caused so much damage to people and property.  If I could take it all back I absolutely would. But I cannot. I pray that everyone involved in the crash has been restored to health.

Recently, I have begun thinking again about how to apologize to the people that have been hurt by Exodus International through an experience or by a message. I have heard many firsthand stories from people called ex-gay survivors. Stories of people who went to Exodus affiliated ministries or ministers for help only to experience more trauma. I have heard stories of shame, sexual misconduct, and false hope. In every case that has been brought to my attention, there has been swift action resulting in the removal of these leaders and/or their organizations. But rarely was there an apology or a public acknowledgement by me. 

And then there is the trauma that I have caused. There were several years that I conveniently omitted my ongoing same-sex attractions. I was afraid to share them as readily and easily as I do today. They brought me tremendous shame and I hid them in the hopes they would go away. Looking back, it seems so odd that I thought I could do something to make them stop. Today, however, I accept these feelings as parts of my life that will likely always be there. The days of feeling shame over being human in that way are long over, and I feel free simply accepting myself as my wife and family does. As my friends do. As God does.

Never in a million years would I intentionally hurt another person. Yet, here I sit having hurt so many by failing to acknowledge the pain some affiliated with Exodus International caused, and by failing to share the whole truth about my own story. My good intentions matter very little and fail to diminish the pain and hurt others have experienced on my watch. The good that we have done at Exodus is overshadowed by all of this.

Friends and critics alike have said it’s not enough to simply change our message or website. I agree. I cannot simply move on and pretend that I have always been the friend that I long to be today. I understand why I am distrusted and why Exodus is hated. 

Please know that I am deeply sorry. I am sorry for the pain and hurt many of you have experienced. I am sorry that some of you spent years working through the shame and guilt you felt when your attractions didn’t change. I am sorry we promoted sexual orientation change efforts and reparative theories about sexual orientation that stigmatized parents. I am sorry that there were times I didn’t stand up to people publicly “on my side” who called you names like sodomite—or worse. I am sorry that I, knowing some of you so well, failed to share publicly that the gay and lesbian people I know were every bit as capable of being amazing parents as the straight people that I know. I am sorry that when I celebrated a person coming to Christ and surrendering their sexuality to Him that I callously celebrated the end of relationships that broke your heart. I am sorry that I have communicated that you and your families are less than me and mine. 

More than anything, I am sorry that so many have interpreted this religious rejection by Christians as God’s rejection.  I am profoundly sorry that many have walked away from their faith and that some have chosen to end their lives. For the rest of my life I will proclaim nothing but the whole truth of the Gospel, one of grace, mercy and open invitation to all to enter into an inseverable relationship with almighty God.

I cannot apologize for my deeply held biblical beliefs about the boundaries I see in scripture surrounding sex, but I will exercise my beliefs with great care and respect for those who do not share them.  I cannot apologize for my beliefs about marriage. But I do not have any desire to fight you on your beliefs or the rights that you seek. My beliefs about these things will never again interfere with God’s command to love my neighbor as I love myself.   

You have never been my enemy. I am very sorry that I have been yours. I hope the changes in my own life, as well as the ones we announce tonight regarding Exodus International, will bring resolution, and show that I am serious in both my regret and my offer of friendship. I pledge that future endeavors will be focused on peace and common good.

Moving forward, we will serve in our pluralistic culture by hosting thoughtful and safe conversations about gender and sexuality, while partnering with others to reduce fear, inspire hope, and cultivate human flourishing.

Fonte: Exodus

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